Cursos e Treinamentos

 

Trabalho com treinamento particular e empresarial a mais de 12 anos e venho observando que os modelos de aprendizagem no mercado continuam praticamente os mesmos, apesar de incluir ferramentas novas, os instrutores acabam generalizando o perfil do aluno e alguns alunos acabam tendo que correr atrás e se esforçar bem mais que outros.

Isso não tem nada a ver com inteligência ou força de vontade, muito pelo contrário, está mais relacionando com suas culturas e interações com o meio em que vivem e isso deve ser plenamente respeitado.

Sempre me preocupei com esta questão porque acredito na individualidade de cada pessoa, e esse pensamento foi muito importante para acabar com a linearidade e metodologias fixas com que eu costumava montar meus cursos. Por quê? Porque nem todos precisam passar por A, B, C da mesma forma que outros. Mas isso não significa pular etapas, mas sim, apresentá-las de forma diferente.

Um exemplo interessante: Em uma turma nos meus primeiros anos como instrutor, dois alunos estavam em treinamento para aprender a captar dados de um sistema ERP e apresentá-los em planilhas eletrônicas de forma mais trabalhada para seus superiores, com gráficos, formatações mais elegantes, etc.

Nas primeiras aulas percebi que o aluno A não estava apresentando o mesmo rendimento que o aluno B, apesar de aplicar a mesma metodologia e o mesmo conteúdo para ambos.

Num dos intervalos aproveitei que o aluno A estava indo tomar um café e puxei conversa para tentar investigar um pouco mais sobre ele. Perguntei se ele estava gostando do curso e se ele tinha alguma sugestão para melhorar as aulas. Foi então que eu descobri todo o problema. Ele era um usuário resistente a algumas mudanças em que ele estava sendo obrigado a fazer. Uma delas era a versão do software utilizado, que passou a ter sua interface completamente diferente da versão que ele estava usando a vários anos.

Como resolvi isto?

Simples, expliquei para ele que a interface nova servia na verdade para facilitar as coisas e dediquei algumas aulas a lhe mostrar a diferença, pedi para ele trazer algumas coisas do trabalho para fazermos na interface nova e ele ficou muito feliz em tornar aquilo tudo produtivo com a nova ferramenta. Não foi assim tão fácil, porque as comparações apareciam a todo instante, mas no final ele entendeu que não ia ter jeito de deixar as coisas como sempre foram, e que seria mais fácil se adaptar do que resistir.

O que isso tudo pode nos mostrar é que cada pessoa precisa de uma atenção especial para suas peculiaridades e até mesmo suas relações com o meio em que vive e trabalha. Por isso, se eu continuasse a trabalhar com este aluno de forma igual ao aluno B, provavelmente eu teria um aluno insatisfeito e que poderia até fazer uma propaganda negativa do meu trabalho. Poderia ter sido desastroso mas bastou só um pouco de sensibilidade e paciência.

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